- A enfermagem busca a bomba pelo nome ou pelo patrimônio e recebe a resposta em palavras e no mapa, como “perto da Sala 12, vista há 40 min”.
- Os equipamentos livres aparecem primeiro na lista, e o painel mostra a sala, o andar, a bateria e a última atualização.
- Para a busca funcionar, a bomba leva um dispositivo (beacon BLE, tag Wi-Fi ou eTag) e o prédio tem gateways, âncoras e um mapa de rádio calibrado.
- A resposta traz só o nível de certeza que o sistema tem: o ponto no mapa, a sala, o andar ou a proximidade.
Artigo
Como encontrar uma bomba de infusão em segundos
A enfermagem precisa de uma bomba de infusão e ninguém sabe onde ela está. No SigaME, a busca vai do pedido à resposta. Ela depende do que está pronto no prédio, e a resposta diz só o que o sistema sabe.
A situação de todo dia
Um paciente precisa de infusão e as bombas do setor estão em uso. Alguém liga para outro setor, alguém sobe um andar, alguém abre armários. Enquanto isso, o tempo que deveria ir para o cuidado vai para a busca.
Sem localização em tempo real, a pergunta “alguém viu a bomba de infusão?” é a única ferramenta que o hospital tem. Com RTLS, ela vira uma consulta no mapa.
A busca, passo a passo
No vídeo de demonstração da página de RTLS, a busca leva o prédio inteiro em 3D até o equipamento em cerca de 15 segundos. São dados de demonstração. Estes são os passos, do ponto de vista de quem procura:
- Digitar o que procura. A enfermagem busca pelo nome, pelo tipo, pelo patrimônio ou pela etiqueta.
- Ler a lista. Cada resultado vem em palavras, como “na Sala 12” ou “perto da Sala 12, vista há 40 min”. Os equipamentos livres aparecem primeiro.
- Ver o ponto no mapa. A bomba aparece no mapa ao vivo do andar. No gêmeo digital 3D, a busca leva a câmera direto até o equipamento.
- Conferir o painel. Ele mostra a sala, o andar, a bateria e a última atualização.
- Escolher a bomba. Com a lista na mão, a enfermagem vai até uma bomba livre e próxima, sem percorrer os andares.
O que precisa estar no lugar
A resposta em segundos depende de quatro coisas combinadas antes de qualquer busca:
- A bomba leva um dispositivo. Pode ser um beacon BLE, uma tag Wi-Fi ou um eTag. O beacon anuncia um código, mas quem fala com o hospital é o gateway que o escuta.
- O prédio escuta. Gateways BLE informam a força do sinal que receberam, e as âncoras Wi-Fi servem de referência, cada uma com a posição cadastrada na planta.
- O mapa de rádio existe. O sistema aprende como o sinal se comporta em cada andar. O survey, a autocalibração e os painéis de qualidade constroem e mantêm esse mapa.
- Os locais estão cadastrados. A posição calculada vira um local útil, como quarto, sala, setor ou leito, e um andar. É isso que permite responder “na Sala 12”.
O que a resposta diz
O SigaME mostra o ponto no mapa quando tem evidência para isso. Quando não tem, mostra só a sala, só o andar ou apenas a proximidade. Por isso “perto da Sala 12” é uma resposta completa: ela diz o que o sistema sabe.
O horário também faz parte da resposta. “Vista há 40 min” e a última atualização no painel deixam claro há quanto tempo a informação foi captada, e a bateria indica como está o dispositivo.
O que o hospital ganha além da busca
A mesma localização que acha a bomba alimenta outras rotinas:
- Histórico e trilha. Onde o item está agora, por onde passou e quanto tempo ficou em cada local.
- Estado do equipamento. Livre, em uso, sujo ou em manutenção, de acordo com o tipo de local onde está.
- Estoque mínimo por setor. Um alerta quando o setor fica abaixo do mínimo de equipamentos livres, com a tarefa de reposição.
- Regras e apoio à engenharia clínica. Avisos de entrou, saiu, sumiu ou ficou tempo demais, e uma lista dos equipamentos não vistos há mais de 7 dias.
O que a busca não promete
Uma bomba sem dispositivo não é localizada. A qualidade da posição também depende da cobertura: quanto mais bem distribuídos os gateways e as âncoras, melhor o resultado.
O prédio muda, e o sinal muda junto. Depois de uma reforma, por exemplo, o painel de qualidade pode mostrar uma área com erro maior. O instalador faz um survey rápido naquele trecho, e a localização volta a ficar precisa.
Por onde começar
Escolha pelo problema que mais pesa hoje. Se a equipe procura bombas de infusão e carrinhos com frequência, o RTLS é o módulo indicado, e dá para começar por ele e somar os outros depois.
O SigaME funciona sozinho: todo cadastro é feito nele. A integração com o sistema do hospital é opcional e não bloqueia a implantação.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva a busca?
No vídeo de demonstração da página de RTLS, cerca de 15 segundos, do prédio inteiro em 3D até o equipamento. São dados de demonstração.
Como se busca uma bomba de infusão?
Por nome, tipo, patrimônio ou etiqueta. A resposta vem em palavras e no mapa, e os equipamentos livres aparecem primeiro.
Que dispositivo vai na bomba?
Um beacon BLE, uma tag Wi-Fi ou um eTag. O hospital escolhe conforme o custo e a precisão de que precisa.
E se o sistema não tiver certeza da posição?
Ele mostra o nível de certeza que tem: o ponto no mapa, só a sala, só o andar ou a proximidade.
Dá para saber se há bombas suficientes no setor?
Sim. O estoque mínimo por setor avisa quando o número de equipamentos livres fica abaixo do mínimo e gera a tarefa de reposição.
Preciso integrar o SigaME ao sistema do hospital?
Não. O SigaME funciona sozinho. A integração com HIS, CFTV e e-mail é opcional.
Quer achar o equipamento certo em segundos?
Conte quais equipamentos mais somem no seu hospital e mostramos como o SigaME os localiza.