SureKits

Entenda o SureKits, um assunto de cada vez

Explicações curtas sobre o que mais importa na hora de decidir: o ciclo do instrumental, a segurança da tag, como ela chega aos instrumentos e o que dá para ler.

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Ilustração: cesto de instrumentais com tags RFID lidas por um leitor

O ciclo do instrumental, passo a passo

O SureKits acompanha o instrumental em todas as etapas:

  1. No centro cirúrgico

    Com os instrumentos sobre a mesa de leitura ou conferidos com o coletor sobre uma mesa não metálica, a contagem confere todos os itens antes da cirurgia. Se um instrumento vai para a lixeira monitorada, a CME é avisada para verificar quebras.

  2. Ao fim da cirurgia

    O instrumentador ou o enfermeiro separa o que foi efetivamente usado do que não foi usado, e a contagem é feita com o coletor em duas etapas, uma para cada grupo. A identificação instantânea reduz o tempo de contagem, libera a sala mais rápido e mostra o que realmente é usado em cada cirurgia.

  3. No expurgo

    Os instrumentos são recontados em uma mesa de leitura e preparados para a limpeza conforme o tipo, o que dá redundância ao processo.

  4. Na montagem e na guarda

    O ciclo de cada instrumento é monitorado até voltar ao estoque esterilizado. As caixas também podem ser monitoradas, e alertas avisam quando a esterilização está perto de vencer.

O SureKits também apoia a segurança do paciente: alerta sobre instrumentos faltantes na contagem.

Ilustração: o ciclo do instrumental, do centro cirúrgico ao expurgo, à montagem e à guarda, com um ponto percorrendo as etapas

Seguro e fácil de adotar

Duas perguntas decidem a adoção de um sistema de rastreabilidade: a tag é segura? E como ela chega aos instrumentos?

  • Uma tag que não se solta

    A Identhis possui patente da tag e do método de aplicação da tag ao instrumento, desenvolvidos para garantir que ela não se solte. Isso importa para a segurança do paciente, porque uma tag solta poderia virar objeto estranho retido.

  • Aplicada no próprio hospital

    O hospital aplica as tags na própria instituição, sem retirar nenhum instrumental do hospital. Não há custo de transporte e, principalmente, nenhuma cirurgia é cancelada por falta de instrumentais durante a aplicação.

Segurança do paciente e aplicação dentro do hospital: sem transporte, sem cirurgias canceladas.

Ergonomia e usabilidade: o instrumento continua o mesmo

A tag tem 5 mm x 1,8 mm x 1,3 mm. É muito pequena e fica em um ponto estratégico de cada instrumento, escolhido para não interferir no uso e para garantir o máximo desempenho de leitura.

  • Muito pequena

    Do tamanho de um grão, a tag quase não altera o volume nem o peso do instrumento.

  • Em local que não atrapalha

    A posição é escolhida para não interferir na pegada, nos movimentos nem no uso do instrumento na cirurgia.

  • Pensada para a leitura

    O mesmo ponto é escolhido para o melhor desempenho de leitura, de modo que a tag pequena seja lida com confiança.

  • Sem mudar a rotina

    Instrumentadores e cirurgiões usam o instrumento como sempre. Para a CME, ele passa a ser identificado.

Pinça de campo com a tag RFID, discreta, junto ao anelAfastador com a tag RFID junto ao anel, sem atrapalhar a pegadaPinça de corte com a tag RFID na haste, longe da ponta de trabalho
Três instrumentos, cada um com a tag no ponto escolhido para ele.
Zoom no ponto da tag em um instrumento: pequena, fora do anel do dedo e longe das pontas
Zoom no ponto da tag: ela é pequena, fica fora do anel onde passa o dedo e longe das pontas de trabalho.

Para quem opera, o instrumento é o mesmo. Para a CME, ele passa a ser identificado.

Dá para ler 100% dos instrumentos dentro da caixa?

Não. O metal da caixa e dos próprios instrumentos amontoados atrapalha a leitura por rádio, e dizer o contrário não seria honesto.

Para garantir a leitura de 100% dos instrumentos, eles devem ser dispostos sobre uma mesa não metálica para a contagem.

É para isso que existem a mesa de leitura e o coletor usado sobre a mesa: a contagem confiável é feita com os instrumentos espalhados sobre uma superfície não metálica. A contagem também pode ser feita passando um ou mais instrumentos sobre a mesa de leitura.

Como se separa o usado do não usado

O instrumentador ou o enfermeiro separa o que foi efetivamente usado do que não foi usado. Depois, a contagem é feita com o coletor em duas etapas, uma para cada grupo.

Com dezenas de cirurgias, o registro mostra quais instrumentos de cada kit realmente são usados. É a base para enxugar kits e reduzir reprocessamento.

Veja o que a literatura já mediu sobre isso e faça a conta no seu hospital na página de evidências.

Evidências e calculadora

Comece simples: contagem com coletores RFID Identix

O hospital não precisa começar pela solução completa. Um bom primeiro passo é a contagem: coletores RFID Identix leem as tags dos instrumentos dispostos sobre uma mesa não metálica e conferem tudo de uma vez, sem escanear item por item.

Depois, a mesma base cresce no ritmo do hospital.

  1. Conte com coletores RFID Identix

    Conferência rápida de instrumentais e caixas, sem escaneamento manual.

  2. Integre ao software da CME

    As leituras seguem para o software de CME que o hospital já usa, por integração, com registro e histórico.

  3. Amplie quando quiser

    Mesas de leitura DR-max, no expurgo e na montagem da CME, e o módulo do centro cirúrgico entram sobre a mesma base de tags.

Pedir a solução de contagem

Integra com o software de CME que o hospital já usa

O SureKits cuida da identificação e da leitura por RFID: as tags, os equipamentos Identix e a conferência dos itens. O controle de processos, a rastreabilidade por lote e a auditoria continuam no software de gestão da CME que o hospital já usa.

O resultado é o melhor dos dois mundos: o hospital mantém o sistema que sua equipe conhece e passa a contar com leitura rápida e confiável, sem digitação nem escaneamento item por item.

Em uma frase: nós cuidamos de saber qual instrumento está ali, e o seu software da CME cuida do resto.

Padrões de identificação: UDI, GS1 e Datamatrix

Os instrumentais podem ser identificados de várias formas, e elas se complementam. Entender cada padrão ajuda o hospital a escolher sem retrabalho.

  • UDI

    A UDI (Identificação Única de Dispositivos) dá a cada dispositivo médico um identificador único, lido em código de barras e legível por pessoas. No Brasil, a Anvisa a regulamentou pela RDC 591/2021.

  • GS1

    A GS1 define os padrões globais de identificação usados na saúde. O GS1 DataMatrix leva o identificador do produto em código 2D, e o EPC é o padrão que leva a identificação para a tag RFID UHF.

  • Datamatrix

    O código 2D gravado no instrumento é lido com linha de visada, um a um. O SureKits convive com ele: a plataforma aceita Datamatrix, código de barras 1D e identificação visual, além do RFID.

  • Como o SureKits atende

    As tags SureKits são RAIN RFID UHF Gen2, com 96 bits de memória EPC e codificação no padrão GS1 EPC. O hospital mantém o Datamatrix e a UDI que o instrumento já tem e ganha a leitura rápida do RFID, sem trocar de padrão. O cadastro aceita vários identificadores para o mesmo instrumento, como o EPC da tag, o Datamatrix, a UDI e o código do hospital. A única exigência é que cada identificador seja único para cada instrumento.

Na prática: o Datamatrix e a UDI continuam valendo, e o RFID acrescenta velocidade de leitura.

RFID e Datamatrix: complementares ou substitutos?

O Datamatrix gravado no instrumento e a tag RFID resolvem o mesmo problema, identificar cada peça, de jeitos diferentes. Nenhum dos dois é melhor em tudo. A pergunta útil é qual usar em cada situação.

O Datamatrix é um código 2D no padrão GS1, e a UDI pede marcação direta nos dispositivos reutilizáveis. É barato por peça e já vem de fábrica em muitos instrumentos novos. O RFID lê sem linha de visada, em lote, e pode ser aplicado a um instrumento que nunca teve marcação.

Ilustração: à esquerda, um leitor de código lê um Datamatrix de cada vez com linha de visada; à direita, o RFID lê vários instrumentos de uma vez
CritérioDatamatrix (marcação direta)RFID UHFFonte
Como lêUm instrumento por vez, com linha de visada e a marca virada para o leitorSem linha de visada, vários itens de uma vez sobre a mesa de leitura[3]
Tempo para 41 instrumentos190 s, com equipe experiente64 s, 66% menos, no mesmo ensaio[1]
DurabilidadeMarca a laser pode corroer com os ciclos: um estudo francês de 250 ciclos relatou perda de legibilidade em parte das marcas. Há também relatos de boa durabilidade com passivação adequadaTag projetada para mais de 1500 ciclos de autoclave a 134 °C[5]
Custo por peçaCerca de 1 a 3,5 € por marcação, em avaliação de um hospital francêsCerca de 3 a 10 € por chip, na mesma avaliação[4]
Onde se aplicaGravação a laser ou micropercussão, em geral pelo fabricante ou por serviço especializadoNo próprio hospital ou empresa, sem retirar os instrumentais[3]
NormaGS1 DataMatrix. A UDI exige marcação direta em dispositivos reutilizáveis nos EUAGS1 EPC. Não substitui a marcação regulatória, quando ela é exigida[2]
Instrumento sem marcaçãoSó com nova gravaçãoRecebe a tag e passa a ser identificado[3]
  • Já tem Datamatrix: use os dois

    O Datamatrix continua sendo o identificador do fabricante e da UDI. O RFID soma a leitura rápida, em lote, e o registro da associação entre os dois é feito uma única vez. É o caso complementar.

  • Sem marcação: o RFID é a ponte

    Instrumentais antigos, caixas de locação e conjuntos para implantes de OPME muitas vezes não têm marcação. O RFID dá identidade a eles sem gravação externa. Na avaliação francesa citada, o RFID foi recomendado justamente para o material de empréstimo. É o caso substitutivo.

  • Marca gasta ou ilegível: o RFID restitui a identidade

    Quando a gravação desgasta, o instrumento deixa de ser lido. A tag mantém a leitura sem refazer a marcação, e as duas convivem.

Sem obrigação de 100% de RFID

O SureKits não obriga o hospital a colocar RFID em todos os instrumentos. A plataforma trabalha com as duas tecnologias ao mesmo tempo: o Datamatrix continua onde já existe, o RFID entra onde não há marcação e a cobertura cresce aos poucos, no ritmo do orçamento e das prioridades da CME. Um mesmo instrumento pode ter vários identificadores cadastrados ao mesmo tempo, desde que cada um seja único.

O Datamatrix é a identidade regulatória. O RFID é a leitura rápida e a ponte para tudo o que ainda não tem marcação.

Ilustração: três instrumentos com a tag RFID: um que já tem Datamatrix, um sem marcação e um com a marca gasta
  • O Datamatrix é mais barato por peça e já é padrão nos fabricantes. O RFID não dispensa a marcação regulatória quando ela é exigida.
  • Os 66% vêm de um ensaio em um centro, com 41 instrumentos e oito participantes. Em outro grupo, sem experiência, os tempos foram 79,4 s contra 212,3 s.
  • Os dados de durabilidade da marcação a laser são, em parte, de fornecedores. Não encontramos estudo independente que meça a taxa de leitura por número de ciclos.
  • A leitura RFID em lote exige os instrumentos dispostos sobre uma mesa não metálica.
  1. Kusuda K, Yamashita K, Morishita E, et al. Comparison of Reading Times of RFID-Tagged and Barcode-Engraved Surgical Instruments. J Surg Res. 2024;304:121-125. doi.org/10.1016/j.jss.2024.09.087
  2. FDA. Unique Device Identification: Direct Marking of Devices. Guidance for Industry and FDA Staff, 2017. www.fda.gov/regulatory-information/search-fda-guidance-documents/unique-device-identification-direct-marking-devices
  3. GS1 UK. Technologies for marking surgical instruments (direct part marking with GS1 DataMatrix and RFID). www.gs1uk.org/sites/default/files/gs1_uk_hug_technologies_marking_surgical_instruments_docV2_0.pdf
  4. GS1 France. Traceability of surgical instruments in French hospitals (cost per marking and read rate in the sterilization unit). www.gs1.org/docs/healthcare/20140410%20France%20Frederique%20Fremont.pdf
  5. Rioblanc et al. Traçabilité individuelle à l’instrument: évolution de la lisibilité des marquages après cycles de stérilisation (resumo). 2023. www.em-consulte.com/article/1607462/tracabilite-individuelle-a-l-instrument-evolution-
  6. GS1. GS1 DataMatrix: guideline for healthcare. www.gs1.org/sites/default/files/gs1_datamatrix-final_approved.pdf

Simulador do tempo de contagem na sala

Informe quantos kits de cada tipo passam pela sala por dia e quantos instrumentos eles têm. O simulador compara o tempo de contagem com Datamatrix, com RFID e com as duas tecnologias ao mesmo tempo.

Os valores iniciais são exemplos, para mostrar o cálculo. Troque pelos da sua sala.

Valores de exemplo, não são resultado esperado

Os kits da sala
Kit pequeno
Kit médio
Kit grande
Segundos por instrumento
Começar pelos tempos de um estudo
O cenário

Resultado

Instrumentos contados por dia: 0

Só Datamatrix

Por dia
-
Por ano
-
Por kit (pequeno · médio · grande)
-

Só RFID

Por dia
-
Por ano
-
Por kit (pequeno · médio · grande)
-

Os dois ao mesmo tempo

Por dia
-
Por ano
-
Por kit (pequeno · médio · grande)
-

Contagem manual

Por dia
-
Por ano
-
Por kit (pequeno · médio · grande)
-

Tempo que se ganha

RFID contra Datamatrix
-
Os dois contra só Datamatrix
-
RFID contra contagem manual
-
  • Os tempos por instrumento vêm de ensaios específicos e mudam com a equipe, a mesa e o tipo de instrumento. Troque pelos que você mede na sua sala.
  • Um relato japonês mediu 0,4 s para ler cada Datamatrix gravado, sem contar o tempo de posicionar o instrumento. Por isso todos os valores são editáveis.
  • Tempo ganho não é dinheiro ganho. Só vira economia se virar menos horas pagas ou mais capacidade. A calculadora de ROI separa as duas coisas.
  • A leitura RFID em lote exige os instrumentos dispostos sobre uma mesa não metálica.

Para empresas que alugam instrumentais para implantes (OPME)

Quem fornece caixas de instrumentais para a colocação de próteses vive um problema conhecido: a caixa precisa chegar completa e a tempo, voltar completa, e ninguém quer discutir depois o que faltou. A literatura registra entregas tardias que atrapalham o reprocessamento e levam a atrasos e até a cancelamento de cirurgia, conjuntos incompletos e perdas.

Quando a cirurgia é cancelada, a caixa já foi processada. Em um hospital universitário, foram 854 caixas consignadas processadas e não usadas, um desperdício estimado em R$ 34.340,18. Esse valor é uma média do estudo, não um custo por instrumento.

Ilustração: a caixa de instrumentais sai do fornecedor, passa pelo hospital e volta, com leitura RFID na saída, no recebimento e na devolução
  • Saída e devolução conferidas

    A leitura RFID confere, instrumento a instrumento, o que saiu e o que voltou, com data e hora. Fornecedor e hospital passam a ter o mesmo registro.

  • Menos discussão sobre faltantes e avarias

    Com cada peça identificada, fica claro o que foi entregue, o que retornou e em que estado. Um relato brasileiro associou a codificação dos instrumentais à redução de reclamações por falta de material nas caixas.

  • Caixa completa antes de sair

    A conferência na montagem aponta o que falta ou sobra antes de a caixa seguir para o hospital, em vez de descobrir na sala.

  • Onde está cada caixa

    Leituras na saída, no recebimento e na devolução dão visibilidade do parque de caixas e ajudam a planejar entregas com antecedência.

  • Uso real e parque dimensionado

    Saber o que foi usado e o que não foi, em cada cirurgia, ajuda a dimensionar o número de caixas e a enxugar conjuntos. Isso exige validação clínica.

  • Aplicação na própria empresa, vários identificadores

    A tag é aplicada na empresa, sem enviar instrumentais para fora. O código do fornecedor, o Datamatrix e a UDI podem conviver, desde que cada identificador seja único para cada instrumento.

Limites e cuidados

  • Um instrumento que circula entre vários hospitais só traz ganho completo se o recebimento deles também ler as tags. Isso pede acordo entre as partes.
  • A leitura em lote exige os instrumentos sobre uma mesa não metálica, e não dentro da caixa fechada.
  • Há relatos de fornecedores de tecnologia sobre grandes reduções de perdas com RFID, mas sem metodologia pública. Não usamos esses números. O que existe publicado, como o relato da J&J Supply Chain, é da própria empresa.
  • O SureKits identifica e registra. Os contratos, os prazos e as responsabilidades continuam sendo os mesmos.

Para o fornecedor, o ganho é saber o que está em cada caixa e provar o que entregou e o que recebeu.

  1. Lopes SG, Poveda VB. Proposta de modelo para cálculo de desperdício associado ao processamento de instrumentais cirúrgicos consignados. Rev Latino-Am Enfermagem. 2023;31. doi.org/10.1590/1518-8345.6716.4062
  2. Estudo de campo brasileiro sobre 41 ciclos de reprocessamento de conjuntos emprestados para artroplastia total de quadril. Revista SOBECC. sobecc.emnuvens.com.br/sobecc/article/download/752/715/6174
  3. Addressing Challenges Associated With Loaner Instrument Sets. AORN Journal, 2026 (resumo). www.unboundmedicine.com/prime/journal/AORN_Journal
  4. Relato de implantação de rastreabilidade em CME: codificação dos instrumentais e redução de reclamações por falta de material nas caixas. CBCENF. inscricoes-cbcenf.cofen.gov.br/anais/19/23581/trabalhoresumodownload
  5. Johnson & Johnson Supply Chain: RFID UHF com tags GS1 em conjuntos ortopédicos emprestados (relato da própria empresa). RFID Journal. www.rfidjournal.com/?p=187515

O que o SureKits entrega

  • Dados confiáveis

    Cada leitura identifica o instrumento e o momento, para alimentar o software de CME do hospital.

  • Leitura em tempo real

    Acompanhamento automático dos instrumentais e dos kits cirúrgicos.

  • Histórico de cada peça

    A leitura registra o instrumento e o momento, alimentando o histórico de cada peça.

  • Padrão GS1 EPC

    Tags com codificação EPC no padrão GS1.

  • Apoio à rastreabilidade

    Fornece a identificação e a leitura que apoiam a rastreabilidade exigida pela RDC 15/2012 da Anvisa.

Benefícios para o hospital

  • Rastreabilidade em tempo real

    De todos os instrumentais e kits cirúrgicos.

  • Contagem rápida

    Com RFID, sem escaneamento manual.

  • Menos retrabalho

    A conferência por RFID ajuda a detectar itens faltantes ou sobrando na montagem.

  • Ganho de produtividade

    Na montagem e na conferência de caixas e kits, a leitura por RFID pode aumentar o número de itens tratados por funcionário.

  • Alerta de desvios e perdas

    Alerta sobre desvios e perdas de instrumentais ao longo do ciclo.

  • Registros precisos e automáticos

    Registros eletrônicos feitos sem digitação.

  • Rastreio individual na contaminação

    Se houver contaminação, como por bactérias ou príons, cada item é rastreado individualmente.

RFID frente a outras formas de identificação

O SureKits usa RFID. Veja como ele se compara a outras formas de identificar instrumentais.

  • RFID

    Identifica e rastreia sem contato e sem linha de visada, com alta velocidade de leitura.

  • Datamatrix

    Código 2D gravado no instrumento, lido com linha de visada.

  • Gravação química ou a laser

    Identificação gravada no próprio instrumento.

  • Código de cores

    Organização visual de instrumentais e kits.

Perguntas frequentes

A tag pode cair do instrumento?

A tag e o método de aplicação ao instrumento são patenteados e foram desenvolvidos para que ela não se solte. Isso reduz o risco de um objeto estranho retido.

Preciso mandar os instrumentais para fora do hospital?

Não. O hospital aplica as tags na própria instituição, sem retirar instrumentais. Não há custo de transporte nem cirurgias canceladas por causa da aplicação.

Dá para ler 100% dos instrumentos dentro da caixa?

Não. Para garantir 100% de leitura, os instrumentos devem ser dispostos sobre uma mesa não metálica para a contagem. A contagem também pode ser feita passando um ou mais instrumentos sobre a mesa de leitura.

A tag atrapalha o uso do instrumento?

Não. Ela mede 5 mm x 1,8 mm x 1,3 mm e fica em um ponto estratégico, escolhido para não interferir no uso e para garantir o máximo desempenho de leitura.

O SureKits funciona com UDI e Datamatrix?

Sim. O hospital mantém o Datamatrix e a UDI que o instrumento já tem. A plataforma aceita Datamatrix, código de barras 1D e identificação visual, e as tags RFID seguem o padrão GS1 EPC.

O RFID substitui o Datamatrix?

Depende do instrumento. Se ele já tem Datamatrix, os dois se complementam: o Datamatrix segue como identificador e o RFID acrescenta a leitura rápida, em lote. Se ele não tem marcação, o RFID dá a identidade sem gravação externa.

Posso usar a codificação que o hospital já tem, mesmo que não siga o padrão GS1 nem a UDI?

Sim. O SureKits aceita a codificação já existente no hospital e a relaciona à tag RFID no cadastro. O padrão GS1 e a UDI são recomendados e podem ser adotados aos poucos, mas não são condição para usar a plataforma. Cada instrumento pode ter vários identificadores cadastrados, desde que cada um seja único.

Posso cadastrar mais de um identificador para o mesmo instrumento?

Sim. O SureKits permite cadastrar vários identificadores para o mesmo instrumento, por exemplo o EPC da tag RFID, o Datamatrix, a UDI e o código interno do hospital. O único requisito é que cada identificador seja único para cada instrumento.

O SureKits ajuda empresas que alugam instrumentais para implantes (OPME)?

Sim. A leitura RFID confere o que saiu e o que voltou em cada caixa, reduz a discussão sobre faltantes e avarias e dá visibilidade de onde está cada caixa. Ela não substitui contratos nem prazos, e o ganho completo depende de os hospitais também lerem as tags.

Preciso colocar RFID em todos os instrumentos?

Não. O SureKits trabalha com RFID e Datamatrix ao mesmo tempo. Você pode começar pelos instrumentos sem marcação ou pelas caixas, manter o Datamatrix onde ele já existe e ampliar o RFID aos poucos.

Como sei o que foi usado na cirurgia?

O instrumentador ou o enfermeiro separa o usado do não usado, e a contagem é feita com o coletor em duas etapas.

O SureKits substitui o software da minha CME?

Não. Ele cuida da identificação e da leitura por RFID e se integra ao software de CME que o hospital já usa.

O SureKits funciona em nuvem ou no meu data center?

O SureKits é uma plataforma em nuvem e pode ser fornecido on cloud, operado pela Identhis, ou on-premises, implantado na infraestrutura da própria instituição, conforme a necessidade.

A tag resiste à autoclave?

Sim. A resistência comprovada passa de 1500 ciclos de autoclave a 134 °C, e a tag suporta ultrassom, termodesinfecção e Sterrad.

Posso começar pequeno?

Sim. Um bom primeiro passo é a contagem com coletores RFID Identix, e a mesma base cresce no ritmo do hospital.

O SureKits serve para empresas de CME e de locação de instrumentais?

Sim. Além de hospitais, atende empresas de CME e empresas que alugam instrumentais para a implantação de OPME.

Quer tirar uma dúvida específica?

Conte como é o seu processo hoje e mostramos como o SureKits se encaixa.

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